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 #FrannieFogosa

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Evie



Mensagens : 3
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MensagemAssunto: #FrannieFogosa   Dom Dez 10, 2017 6:59 pm

Não resisti ashusahasuashu
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Evie



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MensagemAssunto: Re: #FrannieFogosa   Qui Dez 21, 2017 6:34 pm







EVENTO DE NATAL
se a esperança em meu coração renascer outra vez, as marcas sobre meu corpo enfim desaparecerão.


O avançar foi naturalmente liderado por Manu. No fundo, eu achava que ela não queria que os outros dois garotos vissem o quanto ela estava abalada. Porém, consequentemente, ela foi a primeira a adentrar aquele novo estágio de nossa aventura... Assim como foi a primeira a ser atacada pelas criaturas mais nojentas que eu já vi em toda a minha vida. Eu não tive muito tempo de processar o ambiente da caverna, apesar de aparentar ser melhor do que o anterior, pois estava ocupada entrando em um estágio quase de pânico. Não sabia se era por conta do aspecto daqueles monstros, ou pelo fato de um deles estar encima da Tenente.

- Manu! – gritei inutilmente, a preocupação natural exalando em cada tom de minhas palavras.

Aquela foi a primeira vez que vi uma prole de Poseidon em ação. Sim, já tinha encontrado com aquela semideusa inúmeras vezes, mas a imagem de caçadora sempre prevalecia em sua postura. Emmanuelle literalmente transformou seu corpo em água, escapando daquele abraço asqueroso e mortal por muito pouco. Ela recuou para próximo de nós, fazendo com que o meu estado de pânico diminuísse e minha consciência gritasse em alerta. Eu não podia ficar parada daquela forma! Prontamente levei a mão para trás, capturando entre meus dedos uma flecha em minha aljava para coloca-la sobre o arco. Manu ainda conseguiu criar uma barreira de gelo, nos protegendo momentaneamente daquelas criaturas.

- Não deixem que encostem em vocês, são rápidos e fortes demais! Precisamos dar um jeito nisso! – Ela disse com urgência em sua voz.

Um plano era mais do que necessário, era urgente. Eu não tinha contado bem quantos eram atrás daquela parede, mas eu tinha visto o suficiente para ter medo. Beau pareceu ter uma ideia e queria efetivá-la. Uma promessa foi realizada, diminuir a velocidade absurda que aqueles monstros tinham para nos dar uma chance. Não estranhei quando o garoto moreno invocou uma harpa praticamente do nada, já que entendia o quanto uma música poderia ser poderosa. Enquanto Brandon era convocado para ser o protetor da prole de Eros, eu me posicionei ao lado da caçadora, deixando claro em meu olhar que estaria sendo a parceira dela naquele combate e não iria decepcioná-la.

- Eu vou tentar paralisá-lo com as flechas ou usar fogo, eles não estão ligando para o gelo – disse começando a ver a parede começar a ruir e as primeiras patas asquerosas começarem a aparecer, além daquele ruído estranho intensificar – Então vamos ver como eles lidam com fogo!

A parede veio ao chão e a música se tornou mais intensa. Eu não podia negar, eu me sentia muito mais motivada ao lutar com uma boa trilha sonora no cenário! Assim que avistei a primeira criatura, retesei o cordão e realizei a mira, atirando na primeira barata-centopéia que se aproximava. Encantei a flecha, a abençoando com o fogo para testar. Porém, ao soltar a flecha da prisão de meus dedos, ela cortou o ar e acertou em cheio as costas da criatura... Provocando um dano infamo (Calcular o dano da flecha -50% pela resistência, + dano da habilidade)! O ataque pelo menos provocou incomodo o suficiente para fazê-la erguer-se do chão e Manu, com a sua espada invisível, pode enfim acertar em cheio em sua barriga com dois cortes seguidos, fazendo um X.

Estava tão concentrada nas reações de meu primeiro inimigo, para perceber o seu padrão de luta e suas fraquezas, que não notei o quanto outra baratinha estava perto. Foi graças a minha audição apurada que escutei aquele ruído estranho vindo a minha esquerda, tendo tempo apenas de girar meu corpo em direção e erguer o meu arco como forma de defesa. A criatura estava já em pé, jogando o corpo em minha direção, pesada o suficiente para fazer com que caísse de vez para trás. Minhas costas colidiram com força contra o chão terroso, assim como a minha cabeça. O ar escapou de meus pulmões enquanto segurava firmemente o meu arco, pois aquilo era a única coisa que separava aquela boca horripilante de minha pele, o mundo girando por causa do impacto em minha cabeça. A minha armadura protegia o meu corpo, fazendo a barata afastar as patas assim que esquentavam contra o metal mágico. Porém, a criatura era ainda mais forte do que aparentava, forçando a boca em minha direção, mastigando meu arco que teria sido partido naquele momento se não fosse feito de um material tão resistente. Eu podia sentir o cheiro de podridão exalando daquela boca maldita, assim como a baba gosmenta escorrendo pela boca.

Com medo e com asco, eu tinha de fazer alguma coisa! Enchi meu pulmão de ar, aguentando aquele odor por um momento. Então abri minha boca para gritar, usando de minha voz para produzir uma onda sonora forte e controlada. O inimigo finalmente se afastou, sendo afastado pelo impacto do som emitido. Vocês sabem como uma barata fica quando cai de costas? Era exatamente assim como aquela criatura estava. Era a chance perfeita para atacar, se eu não estivesse ainda vendo as coisas ainda turva e com a cabeça latejando na parte de trás! Com medo dela se recuperar e voltar a atacar, eu assoviei. Um assovio específico para acionar a flecha que se encontrava escondida em minha bota, a fazendo flutuar e atacar de acordo com o acorde de meu assovio. Ela veio rápida e certeira, atingindo o meio da barriga da criatura enquanto Emmanuelle finalmente se aproximava e fincava a espada no peito da barata.

- Você está bem? – ela perguntou olhando de mim para o campo de batalha, ajudando a erguer-me do chão.

Antes de responder, aceitei a mão dela para usar como apoio e levantar, enquanto levava a outra para um amuleto que repousava em um cordão em meu pescoço. O acionei para ativar o seu efeito de cura. Não seria algo imediato, mas eu queria apenas aliviar as consequências de ter batido forte com a cabeça no chão.

- Pronta para mais uma – disse assim que senti os efeitos do amuleto em meu corpo, avançando ao mesmo tempo em que já pegava outra flecha – As costas são bastante resistentes, mas eles reagem se atacarmos, é a nossa abertura.

- Então devemos aproveitá-la – a caçadora disse enquanto girava a espada na mão, pronta para mais uma batalha.

Kyra
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Evie



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MensagemAssunto: Re: #FrannieFogosa   Sab Dez 30, 2017 9:51 am







EVENTO DE NATAL
se a esperança em meu coração renascer outra vez, as marcas sobre meu corpo enfim desaparecerão.


Uma nova fase havia começado. Eu literalmente a sentia sobre minha pele, provocando calafrios de alerta. Aquilo não seria fácil, talvez sendo a parte mais difícil de toda a missão. Ao olhar ao redor, avistei Brandon machucado. Havia sido quase um reflexo aproximar-me do filho de Zeus para poder curá-lo, afinal era uma das funções que exercia sempre que ia em um grupo, mesmo não sendo uma curandeira como a Charlotte. Porém, ao tocar no ombro do garoto e tentar ativar a minha habilidade de cura... Nada aconteceu! Meus olhos foram se abrindo pouco a pouco, ter uma de minhas principais habilidades roubadas de mim absolutamente do nada fora um tanto desesperador.

- A cura, não está funcionando! – alertei em um tom urgente, mas ainda assim baixo – Tem algo acontecendo.

Como se não bastasse a percepção de que estava mais fraca do que quando tinha adentrado a caverna, a atmosfera e o ambiente começou a mudar. O lago despareceu, a água adentrando a terra como se estivesse sendo sugada. Uma passagem foi aberta, pequena, com no máximo dois metros de altura, então nosso inimigo finalmente apareceu. Depois de enfrentar baratas-centopeias eu esperava que o monstro seguinte fosse tão bizarro quanto, mas aquele? Era mais do que familiar, já que eu convivia constantemente com um dragão do vácuo. Até mesmo tinha um contato quase diário com um dragão Fúria da Noite, já que essa era a mascote de minha irmã mais velha, Charlotte. O inimigo era, exatamente, um dragão. Ele chegou voando de algum lugar, batendo suas asas de couro e rugindo de maneira assustadora antes de pousar no lado oposto ao que estávamos. Mesmo que soubesse sobre aquela raça, aquele espécime ainda era diferente dos outros dois mencionados. A primeira coisa que notei foi que ele não possuía uma camada de pele escamadas, mas sim cartilaginosa. O que era estranho, já que as escamas eram como uma epiderme protetora. A segunda era o tamanho, pequeno para o tamanho que um dragão pode ter, talvez fosse um jovem? A terceira? Bem, que estávamos ferrados.

- Manu – aproximei-me da caçadora rapidamente, retirando do meu dedo um dos meus anéis para entregar a caçadora – Use-o, é o arsenal, transforme sua espada em arco. Dragões são poderosos e atacam tanto de perto quanto a longa distância – Eu falava isso com certa propriedade, afinal tinha treinado um dragão – Precisamos descobrir que tipo de dragão ele é!

Esse era um dos pontos fundamentais, pois o tipo elemental do dragão fazia toda a diferença. Foi pensando nisso que, de maneira quase impulsiva, abri a palma de minha mão que estava livre, invocando uma bola de fogo a poucos centímetros de minha pele. Ao atirar no pequeno dragão, a bola o atingiu em cheio em seu peito. Ele nem ao menos tentou desviar! E provavelmente porque aquilo não fez nem cócegas nele. O bebê reptiliano absorveu o poder que foi lançado e logo abria a boca para cuspir fogo em nossa direção.

O jato em chamas nos fez automaticamente saltar em direções diferentes, tentando desviar daquela baforada elemental. Porém, ao que parecia, o fogo tinha acertado de raspão na prole de Eros. Ele urrava e tornou-se enraivecido. Enquanto erguia o meu corpo, o vi canalizar alguma espécie de energia e jogar contra o dragão. Mais uma vez, o dragão nem ao menos se esforçou muito para se esquivar. A energia adentrou ao corpo dele, para logo depois ser lançado por sua boca. Com o novo ataque, esquivei para a esquerda, escapando por muito pouco. Porém, Brandon pareceu não ter muito sucesso nisso. A energia pareceu deixa-lo também furioso, irritado, ao ponto de realizar um som raivoso enquanto formava uma bola de energia para lançar contra o dragão. O resultado? O mesmo. O elemento foi absorvido e rebatido, nos obrigando a dançar conforme a criaturinha desejava. Ele era rápido na absorção e atirava para um lugar desconhecido, não necessariamente para quem lançou o ataque. Manu não foi rápida o suficiente para escapar, o que me surpreendeu o suficiente para encará-la por um breve momento. Aquela garota era uma das mais ágeis que eu conhecia, como nós estávamos tão lentos?! O momento em que minha mente tentava processar o que estava acontecendo foi o instante em que tudo começou a dar errado. Eu vi a Tenente formando o gelo e lançando contra o dragão, assim como eu vi aquele filhote infernal absorver o elemento. Seu rosto virou em minha direção e, não precisou nada mais do que um intenso frio na espinha para saber que eu estava encrencada. Assim que ele avançou e abriu a boca para cuspir o gelo, eu já estava tentando escapar. Corri para o lado esquerdo, mas ainda assim a baforada gélida pegou de raspão em meu tornozelo, fazendo-me cair e choramingar.

O filho de Eros pareceu ter um plano. Para ganhar tempo para que o garoto falasse, pousei minha mão contra o chão para invocar cobras próximas do dragão. Não eram serpentes venosas ou muito grandes, mas que estavam causando um verdadeiro problema para o filhote, já que eram várias. Beau explicou de maneira rápida o que tinha em mente, não sobrando muito tempo para argumentarmos e elaborarmos mais o plano, pois logo as cobras já não existiam mais para distrair o inimigo. Beau avançou heroicamente, pronto para atacar o inimigo. Resmungando, obriguei-me a colocar-me de pé, distribuindo o peso de meu corpo para a perna que estava boa, evitando posicionar o tornozelo machucado.

Estava um tanto trêmula ao erguer o meu arco, eu estava hesitante e com uma sensação ruim que minava minha confiança em arquearia. Era um nervoso sem explicação, talvez provocado pelo medo de morrer depois de ter chegado tão longe. Porém, ainda assim, não iria desistir da batalha e isso foi traduzido no ato simples, mas bravio, de erguer o meu arco com uma flecha armada. Dessa vez, sem usar nenhum tipo de encantamento para evitar ser rebatido pelo dragão, apenas aguardei por um momento certo de atirar sem atingir o filho do deus do amor. O monstro de pele estranha estava prestes a atacar o garoto com suas garras, sendo este o momento que eu estava esperando para auxiliá-lo. Soltei o projétil, o coração quase parando enquanto observava o item cortar o ar e atingir a pata com unhas enormes e grossas, impedindo o ataque antes que ele alcançasse êxito.

Porém, mesmo que tentássemos protege-lo enquanto executava o plano de minar as forças do dragão, o inimigo era pequeno. Consequentemente, tínhamos dificuldade em ter uma visão limpa entre aliado e adversário. Beau acabou sendo atingido, mas logo foi resgatado – mais uma vez – por Brandon que tentava afastá-lo do dragão. Mordisquei o meu lábio inferior e mais reagi do que planejei, ao acoplar mais uma flecha e atirar no dragão, fazendo uma mira rápida. Não tão perfeita quanto previ, mas com um resultado bom o suficiente, o projétil fincou no que deveria ser a anca do monstro, talvez até a bunda se fossemos considerar pontos de vista anatômicos. Isso fez com que o monstro guinchasse e erguesse o corpo como reflexo. Manu então agiu, aproveitando a abertura ao lançar inúmeras facas em direção ao réptil filhote.

- Aconteceu algo conosco, precisamos nos fortalecer – Brandon comentou, surgindo ao meu lado – Pode fazer algo como filha de Apolo?

- Pode ter certeza que sim!

Enquanto o inimigo ainda se recuperava das inúmeras facas, eu deixei que o refrão da música Come Together ressoasse enquanto liberava o meu poder. Aquela era uma canção abençoada, que potencializaria as forças dos meus aliados! Esperava que aquilo fosse o suficiente, pois assim que o último trecho foi cantado, eu tive uma leve vertigem por ter usado tamanho poder. Ofeguei enquanto tentava recuperar o equilíbrio, mas o tempo de um refrão fora o suficiente para que o inimigo também se recuperasse. Ainda assim, agora o grupo parecia ter esperanças.

Finalmente parecíamos ter uma vantagem contra o inimigo.

Só parecia mesmo, pois em uma reação furiosa, o dragão rugiu forte e começou a tremer e a vibrar, até se duplicar. Minha mente ficou turva, sendo invadida de pensamentos negativos instantaneamente ao ver duas criaturas e não apenas uma.

- Vamos nos dividir em duplas! Frannie, você consegue me dar cobertura?! – Brandon falou alto o suficiente para que todos escutassem.

- Até que quebrem meus braços, nada vai me impedir de auxiliar.

Brandon concordou e logo eu me afastava para longe dos dragões, eu precisava de uma posição que não me colocasse em risco e, ao mesmo tempo, estivesse próxima o suficiente para atacar com o arco. Eu cai sobre o joelho em que meu tornozelo estava machucado. Eu não poderia arriscar a ficar em pé, o desequilíbrio prejudicaria a mira. Antes mesmo que capturasse uma flecha entre meus dedos, uma ideia perpassou minha mente. A criatura era pequena e ligeira, Brandon facilmente estaria adentrando no meu campo de mira, então eu precisava auxiliá-lo primeiramente de outra maneira que senão correndo risco de acertar o traseiro semidivino. Apontei minha mão em direção ao dragão, sentindo uma pontada forte na cabeça enquanto invocava, mais uma vez, animais para auxiliarem naquela batalha. Mas dessa vez eram uma praga, um monte de vespas e abelhas apareceram e começaram a rodear a cabeça do monstro, atrapalhando não só a visão dele, mas atacando com seus ferrões minúsculos em áreas como olhos, ouvidos e dentro da boca sempre que ele tentava abrir para cuspir algum elemento.

A vertigem pelo gasto de poder me fez apoiar o arco no chão como um apoio. Respirei forte por duas vezes forçando o oxigênio em meus pulmões. Eu ainda podia lutar, mesmo que minha cabeça doesse e meu tornozelo latejasse como o inferno. Armei uma flecha sobre o arco, pronta para dar cobertura para Brandon como uma verdadeira filha de Apolo, mesmo que não me sentisse em plenos poderes com o arco, aquela ainda era a minha principal arma. Deixei que um pouco de minha energia deslizasse pelo projétil para potencializar o seu tiro, assim, quando o dragão pareceu que ia dar uma rabada no filho de Zeus, eu prendi a respiração e estiquei o cordel o máximo que podia antes de soltá-lo. A flecha atingiu em cheio a cauda do inimigo, impedindo que ele executasse o movimento e aplicasse uma rasteira no filho do rei dos deuses. Armei outra flecha, despejando mais uma vez um pouco de minha energia para potencializar o dano. A praga estava se dissipando e, mesmo com os olhos bastantes feridos e a língua inchada, o dragãozinho ainda rugiu para Brandon que tinha afastado, provavelmente para por uma distância segura entre ele e o réptil maldito. Foi nesse exato instante que eu aproveitei para liberar a flecha da prisão de meus dedos.

Uma flecha podia atingir uma velocidade incrível de quase 150km/h em um instante. Foi graças a esse instante e velocidade estupenda, que o projétil cortou toda a distancia entre mim e o dragão, atingindo-o dentro da boca quando ele a abriu para rugir ameaçadoramente para Brandon. O golpe sendo em um lugar naturalmente frágil teve força o suficiente para derrubar o dragão, dando a chance perfeita para o garoto finalizá-lo. Quase ao mesmo tempo, Beau e Manu terminavam de lidar com o dragão deles.

Olhando ao redor, percebendo que não havia mais nenhum inimigo, seja uma barata-centopeia, seja um dragão sem escamas, finalmente permiti que meu corpo caísse no chão, cansado e machucado. Funguei e limpei o meu nariz, percebendo apenas naquele momento que ele estava sangrando, provavelmente pelo gasto enorme de minha energia em um curto espaço de tempo.


Kyra
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